Como ir à Ilha do Campeche e como funciona a reserva?
Para ir à Ilha do Campeche é preciso se cadastrar no site da Prefeitura, escolher a data e o transporte (uma associação de barqueiros ou “Outros e próprios”), pagar a guia e receber o voucher, liberado 24 horas depois do pagamento; não há remarcação nem reembolso.
- Cadastro no site oficialNo site da Ilha do Campeche, mantido pela Prefeitura, cada visitante se cadastra e lê as regras antes de reservar.
- Data e transporteVocê escolhe o dia na tabela de reservas e a forma de chegar: uma das associações de barqueiros listadas no site ou “Outros e próprios”, para quem vai em barco de passeio de outra empresa ou embarcação particular.
- Acompanhantes e pagamentoVocê inclui os acompanhantes e emite o documento de pagamento. O voucher é liberado 24 horas depois da compensação.
- No embarqueO barqueiro confere o bilhete virtual (com QR Code) e um documento de identidade com foto. Sem a autorização, não embarca.
O bilhete é pessoal e intransferível. Pelo site, não há remarcação nem reembolso, e a Prefeitura não responde por visita cancelada por tempo ruim ou condição de navegação: olhe a previsão antes de comprar.
Fonte: site oficial da Ilha do Campeche (Prefeitura de Florianópolis) e Portaria SMSOP/SMTI nº 059/2024, consultados em outubro/2026. O valor da autorização aparece na página de reserva, na data escolhida.
Quantas pessoas entram por dia na Ilha do Campeche e quais são as regras?
Na última temporada de verão, o limite foi de 800 pessoas por dia, com embarque e desembarque só das 9 h às 17 h; não se desembarca sem a autorização individual, e a regra da temporada 2026/27 sai em portaria nova da Prefeitura.
| Regra | O que diz o documento oficial |
|---|---|
| Limite diário | 800 pessoas por dia na última temporada de verão. Para 2026/27 e fora do verão, confira o número da portaria nova no site da Prefeitura |
| Horário | Embarque e desembarque só das 9 h às 17 h, na regra da última temporada |
| Autorização | Individual, pessoal e intransferível, em bilhete virtual com QR Code, mesmo se a visita não ocorrer por clima |
| Dia de tempo ruim | Sem desembarque quando o tempo ou o mar não permitem a travessia, ou quando não há monitores na ilha |
| Música | Proibido som na praia e na área de mar ao redor |
| Lixo | Tudo que você levar volta com você, resíduos incluídos |
Fonte: Portaria SMSOP/SMTI nº 059/2024 (Prefeitura de Florianópolis), da temporada de verão 2024/2025, que cita a Portaria IPHAN nº 691/2009; o limite de 800 por dia e o horário de 9 h às 17 h seguiram na temporada 2025/2026 (NSC Total). Confira no site oficial a portaria nova para 2026/2027.
A ilha é tombada pelo IPHAN desde 2000 pelo valor da paisagem e dos sítios arqueológicos: tem a maior concentração de oficinas líticas e de inscrições rupestres do litoral brasileiro. Em 2025 ela também virou unidade de conservação municipal. É um passeio de dia, só de barco: não há como dormir nem chegar de carro.
Como chegar à Fortaleza de Anhatomirim e quanto custa o ingresso?
A Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim fica numa ilha da Baía Norte e só se chega de barco, de empresas privadas; o ingresso da UFSC custa R$ 20 (R$ 10 a meia), no site das fortalezas ou na portaria, e a entrada é gratuita no último domingo de cada mês, de março a novembro.
Anhatomirim é uma pequena ilha da Baía Norte com a Fortaleza de Santa Cruz, uma das construções militares do século XVIII que defendiam a entrada da Ilha de Santa Catarina. Hoje é administrada pela Coordenadoria das Fortalezas da UFSC, e é um passeio de história e de vista da baía, muito feito junto com um passeio de escuna.
| Ponto | O que a UFSC informa |
|---|---|
| Ingresso | R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia; o combinado de Anhatomirim e Ratones custa R$ 30 (R$ 15 a meia). Compra-se antes, no site das fortalezas, para a data e a fortaleza certas (não é reembolsável), ou na portaria da ilha, só em dinheiro |
| Entrada gratuita | Último domingo de cada mês, de março a novembro, para todo o público (em outubro de 2026, dia 25); idosos a partir de 60 anos e crianças até 5 anos não pagam em nenhum dia |
| Horário | De terça a domingo, das 8h30 às 18h30, feriados incluídos, com entrada até as 18h; confira o dia na página de ingressos |
| Transporte | A UFSC não opera o barco: o transporte até Anhatomirim é feito por empresas privadas, listadas no rodapé do site das fortalezas |
Fonte: Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (UFSC): fortalezas.ufsc.br (taxa de visitação, Resolução Normativa 39/2026/CC, de 11/06/2026, e horário de funcionamento) e fortalezas.eventos.ufsc.br, consultados em 15/10/2026.
Qual passeio escolher: Campeche, Anhatomirim ou os dois?
O Campeche é o passeio de mar claro e areia branca, com reserva e limite diário; Anhatomirim é o de história e baía, com ingresso da UFSC; quem fica uma semana ou mais costuma fazer os dois, em dias de tempo firme.
Mar claro, areia branca, dia inteiro de praia e trilhas aos sítios arqueológicos. Exige a autorização da Prefeitura e depende das condições do mar: reserve com folga na semana.
Passeio mais curto, de história e de vista da baía. Há passeios de escuna até Anhatomirim saindo do trapiche de Canasvieiras, no Norte da Ilha.
Em janeiro, as vagas acabam rápido: reserve com antecedência. Quem tem apartamento no Norte da Ilha costuma marcar um passeio de barco para os hóspedes da diária: é um motivo a mais para a estadia de uma semana. Para escolher o dia pela previsão e o tipo de mar, veja as praias de Florianópolis.
Qual é a história da Fortaleza de Anhatomirim e o que se vê na visita?
A Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim começou a ser construída em 1739, idealizada pelo brigadeiro José da Silva Paes, e hoje é visitada com a tutela da UFSC, que a assumiu em 1979 e a reabriu ao público em 1984.
A fortaleza foi pensada pelo brigadeiro José da Silva Paes, primeiro governador da Capitania de Santa Catarina, como um dos vértices do sistema de defesa da Ilha, e a construção começou em 1739 e se estendeu por vários anos. Em 1894, durante a Revolução Federalista, serviu de prisão e de local de fuzilamento de revoltosos. É patrimônio nacional: foi tombada pelo SPHAN, hoje Iphan, em 24 de maio de 1938, nos livros de Belas Artes e Histórico.
Em 1979 a UFSC assinou convênio com o Ministério da Marinha e o IPHAN e assumiu a guarda da fortaleza; a visitação pública foi reaberta em 1984. Na visita, o passeio é de história e de vista da baía: dá para caminhar pelos prédios do conjunto e pelas muralhas, e o ingresso e o horário estão na seção acima.
Fontes: Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (UFSC), fortalezas.ufsc.br; Iphan, ficha do tombamento (processo 0155-T-38, inscrições de 24/05/1938), apresentada no curso de guias da APA de Anhatomirim (UFSC, 2016). Consultadas em outubro de 2026.
Quem vem passear de barco também investe na Ilha?
Passeios como o Campeche e Anhatomirim fazem parte do motivo pelo qual quem passa uma temporada em Florianópolis volta e compra; a Ceni & Southier constrói no Norte da Ilha desde 2005 e tem a referência de 20% ao ano durante a obra.
Quem conhece a Ilha pelo mar costuma voltar. O passeio de barco é o tipo de experiência que sustenta a demanda de verão por apartamento em Florianópolis, onde o m² está em R$ 13.607 (FipeZap, setembro de 2026, +8,31% em 12 meses). Para quem investe, o que importa é que o apartamento no Norte da Ilha fica alugado o ano inteiro: por diária no verão e, nos outros meses, por contratos de temporada de até 90 dias (Lei 8.245/1991, art. 48) para quem vem trabalhar, já que o polo tecnológico responde por 21% do PIB da cidade (ACATE, 27/08/2026).
Na compra na planta, a referência da Ceni & Southier é de 20% ao ano durante a obra (do preço de lançamento ao de entrega). Os casos entregues, em reais (contrato × anúncio), são o Solar de Lótus (+228%), o Solar da Cachoeira (+200%) e o Solar de Bougainville (+120%). O passeio da semana ajuda a conhecer a Ilha; a conta do investimento a gente faz com você pelo WhatsApp.
Fonte: FipeZap, setembro/2026; Observatório ACATE, 27/08/2026; Lei 8.245/1991; contratos e anúncios das obras da Ceni & Southier.
Antes de reservar o barco
- Você olhou a previsão e deixou um dia de reserva para trocar o passeio?
- Cada pessoa do grupo tem a autorização individual da Ilha do Campeche e um documento com foto?
- Você escolheu o transporte na reserva (barqueiro da associação ou “Outros e próprios”)?
- Você levou água, protetor solar e um saco para o seu lixo?
- Se for a Anhatomirim, conferiu o ingresso e o horário no site da UFSC?
Três prédios entregues, do preço na planta ao anúncio de hoje.
O Solar da Cachoeira tinha prazo até março de 2024 e foi entregue em dezembro de 2023. Mandamos o contrato e o endereço de cada obra para você ir ver.
Preço de contrato na planta e anúncio publicado em 2026 de unidade equivalente do mesmo prédio, em reais. Estudo da Ceni & Southier, outubro de 2026.
Perguntas frequentes
Ilha do Campeche: como ir?
De barco, saindo de pontos como a Barra da Lagoa, com a autorização individual emitida no site da Prefeitura. Não há como chegar de carro nem dormir na ilha.
Ilha do Campeche ingresso: quanto custa e onde comprar?
A autorização é emitida só no site oficial da Prefeitura de Florianópolis; o valor aparece na página de reserva, na data escolhida. O passeio de barco é pago à parte, ao barqueiro.
Quantas pessoas podem visitar a Ilha do Campeche por dia?
Na última temporada de verão, no máximo 800 pessoas por dia (Portaria 059/2024 da Prefeitura, regra mantida em 2025/26). Confira no site oficial a portaria nova da temporada 2026/27.
Qual o horário da Ilha do Campeche?
Na regra da última temporada, embarque e desembarque só das 9 h às 17 h. Em dia de tempo ruim ou sem monitores, não há desembarque.
Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim: como chegar?
Só de barco, com empresas privadas, já que a UFSC, que administra a fortaleza, não opera o transporte.
A Fortaleza de Anhatomirim tem entrada gratuita?
Sim, no último domingo de cada mês, de março a novembro (em outubro de 2026, dia 25), segundo a UFSC.
Dá para remarcar o passeio da Ilha do Campeche?
Pelo site da Prefeitura, não: a autorização não tem remarcação nem reembolso, e a visita pode ser cancelada pelo clima.
Como é a Ilha do Campeche? O que aparece nas fotos?
As fotos mostram o mar claro, a areia branca e as trilhas até os sítios arqueológicos: a ilha tem a maior concentração de oficinas líticas e de inscrições rupestres do litoral brasileiro e é tombada pelo IPHAN desde 2000. Para fotografar no lugar, vale lembrar que a visita exige a autorização individual da Prefeitura e que o passeio é só de um dia, de barco.
“Invisto com a Ceni há 10 anos, comprando e vendendo apartamentos o tempo todo com ganho (…). A Ceni é um sócio de investimento que me deu segurança ao longo de todos estes anos.”