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Mercado imobiliário em Santa Catarina em 2026: como está, quanto custa o m² e o que move os preços

Atualizado: outubro de 20268 min de leitura✓ FipeZap (set/2026), IBGE (Censo 2022), CBIC com a Brain e Abecip, outubro de 2026
Resposta direta

O mercado imobiliário de Santa Catarina está entre os de metro quadrado mais alto do país: no FipeZap de setembro de 2026, o estado tem três das quatro cidades de m² mais alto do Brasil (Florianópolis, Balneário Camboriú e Itapema). Florianópolis está em R$ 13.607 por m² e subiu 8,31% em 12 meses, contra 5,51% da média nacional. A população do estado cresceu 21,8% entre 2010 e 2022, mais de três vezes o ritmo do país (IBGE).

“Mercado imobiliário Santa Catarina 2026”, “como está o mercado imobiliário em Santa Catarina” e “notícias do mercado imobiliário em Santa Catarina” são buscas de quem quer um retrato do estado antes de decidir. Aqui estão os números com fonte e data. O panorama do país inteiro, com juros e crédito, está na guia de mercado imobiliário em 2026; esta é só de Santa Catarina.

Próximo passo: Mercado imobiliário em 2026: como está e o que esperar

Como está o mercado imobiliário em Santa Catarina em 2026?

Em 2026, Santa Catarina tem três das quatro cidades de m² mais alto do país (FipeZap, set/2026), uma população que cresceu 21,8% em 12 anos e, no estudo mais recente da CBIC com a Brain, 64,8% do valor lançado em imóveis novos na Região Sul.

IndicadorValorFonte e data
Cidades de SC entre as 4 de m² mais alto do país3 (Florianópolis, Balneário Camboriú e Itapema)FipeZap, setembro de 2026
Florianópolis: m² e variação em 12 mesesR$ 13.607, +8,31% (média nacional: +5,51%)FipeZap, setembro de 2026
População de Santa Catarina7.610.361 em 2022, +21,8% desde 2010 (Brasil: +6,46%)IBGE, Censo 2022
Imóveis novos lançados em 25 cidades de SC (12 meses até mar/2025)41.357 unidades (+94%); 64,8% do valor lançado na Região SulCBIC e Brain, 17/07/2025
Polo de tecnologia de Florianópolis21% do PIB da cidadeACATE, 27/08/2026

Fonte: FipeZap Venda Residencial, set/2026; IBGE, Censo 2022 (SIDRA, tabelas 4714 e 202); CBIC, estudo com a Brain Inteligência Estratégica (17/07/2025); ACATE, 27/08/2026. Consulta em 16/10/2026.

O FipeZap mede o preço que os vendedores pedem, não o da escritura, mas mostra para onde o dinheiro está indo. Para o retrato do Brasil inteiro, com Selic, crédito e vendas, a guia é a de mercado imobiliário em 2026; sobre o efeito dos juros, veja Selic e imóveis.

Santa Catarina tem o metro quadrado mais alto do Brasil?

Santa Catarina tem três das quatro cidades de m² mais alto do Brasil no FipeZap de setembro de 2026, todas bem acima da média nacional de R$ 10.015; entre as três, Florianópolis foi a que mais subiu em 12 meses (+8,31%).

CidadePreço médio por m² (set/2026)Variação em 12 meses
FlorianópolisR$ 13.607+8,31%
Balneário CamboriúR$ 15.369+3,38%
ItapemaR$ 15.340+4,37%
Média nacional do índice (56 cidades)R$ 10.015+5,51%

Fonte: Índice FipeZap de Venda Residencial, setembro de 2026 (preço médio pedido nos anúncios, 56 cidades), consultado em 16/10/2026.

Na Ilha, quem quer entrar nesse mercado antes da valorização compra na planta: no Norte da Ilha, onde a Ceni & Southier constrói, a compra é a preço de custo, do lançamento à entrega. O quadro completo do país está em metro quadrado mais caro do Brasil em 2026. Para comparar duas cidades do estado de frente, veja Florianópolis ou Balneário Camboriú?.

O que move os preços dos imóveis em Santa Catarina?

Os preços em Santa Catarina são movidos por gente chegando (a população cresceu 21,8% em 12 anos), por litoral turístico, por uma capital com polo de tecnologia e por terreno limitado na Ilha.

  1. Gente chegandoA população catarinense passou de 6.248.436 (2010) para 7.610.361 (2022), alta de 21,8% contra 6,46% do Brasil (IBGE). Entre 2017 e 2022, o estado teve o maior saldo migratório do país: 354.350 pessoas a mais (IBGE, Censo 2022).
  2. Litoral e turismoO litoral catarinense atrai quem compra para usar no verão e alugar por diária na temporada.
  3. Economia própria na capitalO polo de tecnologia responde por 21% do PIB de Florianópolis (ACATE, 27/08/2026), o que traz gente para trabalhar e morar em qualquer época do ano.
  4. Uma ilha não fabrica terreno novoEm Florianópolis, a oferta de terra é limitada pela geografia, e é por isso que o preço do m² da capital sobe mesmo com obra nova em andamento.

Fonte: IBGE, Censo 2022 (SIDRA e divulgação de migração de 27/06/2025); ACATE (27/08/2026).

Para entender a alta da Ilha em particular, veja valorização imobiliária em Florianópolis: FipeZap e por quê.

Como estão os lançamentos e as vendas de imóveis em Santa Catarina?

No estudo da CBIC com a Brain (17/07/2025), 25 cidades de Santa Catarina lançaram 41.357 unidades e venderam 48.847 nos 12 meses até março de 2025, altas de 94% e 72% sobre os 12 meses até março de 2021; em Florianópolis, as vendas do 1º trimestre de 2025 quase dobraram (+97%).

A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), com a Brain Inteligência Estratégica, acompanhou 68 cidades do Sul entre abril de 2020 e março de 2025. Em Santa Catarina, 25 cidades:

Imóveis novos em 25 cidades de SC12 meses até mar/202112 meses até mar/2025Variação
Unidades lançadas24.76241.357+94%
Unidades vendidas28.29248.847+72%

O estado respondeu por 64,8% do valor lançado e 63,8% do valor vendido em imóveis novos na Região Sul nos 12 meses até março de 2025. Na capital, o 1º trimestre de 2025 teve 1.942 unidades vendidas, contra 986 um ano antes (+97%), e 1.637 lançadas, contra 1.201 (+36,3%). Para 2026, os números de preço (FipeZap) e de população (IBGE) estão nas seções acima.

Fonte: CBIC, “Lançamento de imóveis em SC cresce 94% em cinco anos”, 17/07/2025 (estudo com a Brain, 68 cidades de PR, SC e RS, abril de 2020 a março de 2025), consultado em 16/10/2026. Valor lançado = soma do preço de todas as unidades lançadas.

Quais são as notícias recentes do mercado imobiliário de Santa Catarina?

As notícias mais recentes com fonte: o FipeZap de setembro de 2026 (Florianópolis +8,31%), o crédito imobiliário nacional de R$ 180,9 bilhões no 1º semestre de 2026 (Abecip, 28/07/2026) e o estudo da CBIC com a Brain sobre lançamentos e vendas no Sul (17/07/2025).

DataNotíciaFonte
Set/2026Florianópolis a R$ 13.607 por m², +8,31% em 12 meses; SC com 3 das 4 cidades de m² mais alto do paísFipeZap
28/07/2026Crédito imobiliário do Brasil em R$ 180,9 bilhões no 1º semestre, +23%Abecip
17/07/2025Em 25 cidades de SC, lançamentos +94% e vendas +72%; em Florianópolis, vendas +97% no 1º trimestre de 2025CBIC, estudo com a Brain

Fonte: FipeZap; Abecip; CBIC. Consulta em 16/10/2026. Cada linha traz a fonte; a coluna Data é a da divulgação.

Sobre 2025: o retrato mais completo é o estudo da CBIC com a Brain, acima. Para 2026, valem os números do FipeZap e do IBGE desta guia.

O que isso significa para quem quer investir em Santa Catarina agora?

Para quem entra agora, a leitura dos números é que o estado soma demanda crescente, m² alto nas cidades de praia e uma capital que subiu 8,31% em 12 meses; na planta, a decisão é pelo preço de lançamento e pela construtora.

Em um estado com m² alto no litoral, quem compra pronto paga o preço de prateleira. Quem entra na planta, a preço de custo, acompanha a obra do preço de lançamento ao de entrega. A referência da Ceni & Southier é de 20% ao ano durante a obra (do preço de lançamento ao de entrega). Casos reais, em reais (contrato × anúncio): +228% no Solar de Lótus, +200% no Solar da Cachoeira e +120% no Solar de Bougainville. São 12 obras entregues desde 2005, com zero atraso em 20 anos. A conta com o seu valor está na calculadora.

  1. Escolha a cidade pelo perfilCompare o m² e o que sustenta a procura o ano inteiro. Veja Florianópolis ou Balneário Camboriú?.
  2. Desça para o bairroNo Norte da Ilha, veja investir nos Ingleses e investir em Cachoeira do Bom Jesus.
  3. Confira a construtoraObras entregues e prazos cumpridos. Veja como saber se a construtora é confiável.
  4. Compare com outras formas de investirPela rentabilidade total, em imóvel na planta ou renda fixa.

Fonte: FipeZap, set/2026; IBGE, Censo 2022; Ceni & Southier.

Antes de decidir com base no mercado de Santa Catarina

  • Os números que você está usando têm fonte e mês?
  • Você separou o preço pedido (FipeZap) do preço de escritura?
  • Olhou o m² da cidade e o do bairro, e não só a manchete?
  • Decidiu pela rentabilidade total (valorização mais renda)?
  • Conferiu a construtora e as obras entregues?

Perguntas frequentes

Como está o mercado imobiliário em Santa Catarina em 2026?

Aquecido nos números de preço: três das quatro cidades de m² mais alto do país estão em SC (FipeZap, set/2026), e Florianópolis subiu 8,31% em 12 meses, contra 5,51% da média nacional.

Quanto custa o m² em Santa Catarina?

Em setembro de 2026, R$ 13.607 em Florianópolis, R$ 15.369 em Balneário Camboriú e R$ 15.340 em Itapema (preço médio pedido, FipeZap). A média nacional do índice é de R$ 10.015.

Quais são as notícias do mercado imobiliário de Santa Catarina?

As mais recentes com fonte: o FipeZap de setembro de 2026, o crédito imobiliário nacional da Abecip (28/07/2026) e o estudo da CBIC com a Brain sobre lançamentos e vendas no Sul (17/07/2025).

Como foi o mercado imobiliário de Santa Catarina em 2025?

No estudo da CBIC com a Brain (17/07/2025), 25 cidades de SC lançaram 41.357 unidades e venderam 48.847 nos 12 meses até março de 2025 (+94% e +72%), e as vendas do 1º trimestre em Florianópolis quase dobraram (+97%).

Por que Santa Catarina tem o metro quadrado tão alto?

Pela soma de população crescendo (+21,8% entre 2010 e 2022), litoral turístico, uma capital com polo de tecnologia e terreno limitado na Ilha.

Santa Catarina vale a pena para investir em imóveis?

Depende do perfil da cidade. Em Florianópolis, a referência da Ceni & Southier é de 20% ao ano durante a obra, do preço de lançamento ao de entrega, na planta e a preço de custo no Norte da Ilha.

Onde ver o panorama do mercado imobiliário do Brasil?

Na guia de mercado imobiliário em 2026, com Selic, crédito, vendas e lançamentos do país.

O que o FipeZap mede?

O preço médio de venda pedido por m² em 56 cidades. Mostra a tendência, mas não é o preço de escritura.

Márcio CeniMarlene CeniPedro Ceni
Escrito pela família Ceni — Márcio, Marlene e PedroEmpresa familiar · vinte anos construindo no Norte de Florianópolis.Vigente em outubro de 2026